Já tinha feito um postão sobre o Burning Man AQUI esse ano e eis que hoje me deparo com uma galeria de fotos das 13 instalações de arte mais criativas e insaninhas que já rolaram nesse festival mitológico…
Óbvio que cada dia que passa me coço mais pra entrar num avião e ir conhecer esse evento que com certeza deve ser um dos mais malucos do planeta… e essas imagens aí não ajudam muito… afinal vai saber se é iluminação espiritual ou apenas a colaboração experimental que levam os “Burners” a fazer a peregrinação anual para o deserto de Black Rock em Nevada.. Mas um princípio central une todos eles: uma radical vontade de auto-expressão.
Embora o festival Burning Man sempre foi baseado na arte e na participação, não foi até 1995 que Larry Harvey começou a introduzir temas anuais para dar o foco para o crescimento e uma comunidade cada vez mais diversificada.
Desde então, o âmbito das instalações de arte tem sido apenas limitado pela imaginação dos criadores (e seus orçamentos ahahaha)
Sente a criatividade explosiva que surge por lá ano após ano.. de babar!!!!!!!!!!!!!!
Uchronia, 2006. Foto by Splatworld.
Apelidado de “o Waffle belga”, para grande irritação da equipa belga que construiu, Ucronia tinha cerca de 200 pés de comprimento, 100 pés de largura e 50 pés de altura, dominando o horizonte de Black Rock City.
Steampunk Tree House, 2007. Foto by Mayhem.
Canos percorrem toda a árvore de metal e galhos que liberam vapor para dar um efeitinho sauna, que era um alívio contra as noites frias do deserto de Nevada.
Temple of Hope, 2006. Foto by John Curley.
Desde 2000, os templos foram construídos e solenemente incendiados junto com o Homem (estatua imensa de um homem feita de madeira que é queimada no festival – por isso Burning Man), tornando-se um ritual popular no festival. Nessa interpretação de Mark Grieve em 2006, um elegante pátio preenchida com stupas (símbolo de iluminação budista) gigantes, levou os participantes a uma terra exótica.
Big Rig Jig, 2007. Foto by Russ Atkinson.
Criado a partir de duas plataformas de petróleo, o compartimento interior do Big Rig Jig abrigava vida de seda vegetal como uma contemplação do indelével mas ainda muitas vezes esquecido laços entre o mundo industrial e orgânico. (falei bonito?)
Serpent Mother, 2006. Foto by John Curley.
Dez toneladas e 168 pés de comprimento, a escultura cinética tem um joystick público para controlar esse bicho, que gira a cabeça e opera a 41 chamas colocadas ao longo da coluna vertebral. – medo, oi?
Homouroboros, 2007. Foto by affinity1.
Interativo, Homouroboros só ganha vida quando os participantes determinam a fonte de energia e os controles para sua ativação.
Big Round Cubatron, 2006. Foto by Sterling
Criado a partir de mais de 6.000 lâmpadas de cores dinâmicas organizadas com 8 pés de altura e 40 pés de diâmetro, a experiência Cubatron com certeza é beeeemmmm psicodélica..
Temple of Forgiveness, 2007. Foto by Perfecto Insecto.
Abrangendo quase 42.000 pés cúbicos, o templo ao ar livre teve quatro entradas grande que levam ao altar central, o que permitiu a passagem de energia, porém, para cima e para fora, uma metáfora para a sensação de leveza sentida após o ato de perdão e de todas as negativas emoções são finalmente liberados.
Crude Awakening, 2007. Foto by John Curley.
Agitando controvérsia pelo o uso 900 galões de combustível e 2.000 galões de propano líquido para construir o maior canhão de chama na história, Crude Awakening transformou a moderna dependência do petróleo em uma religião violenta e primitiva.
Hope Flower, 2005-2006. Foto by Smoobs.
Construída a partir de um elevador hidraulico de 100 pes, a Flor fazia serenatas e interagia com os participantes e artistas performáticos, enquanto percorria o festival.
Duel Nature, 2006. Foto by John Curley.
Feita para evocar a imagem da dupla hélice do DNA, a escultura de metal de espelho-vermelho de 30 pés de Kate Radenbush é uma meditação sobre a natureza da dualidade e as forças opostas dentro da própria essência da condição humana.
I.T., 2006 Foto by msr.
Apesar de lembrar dos alienígenas assustadoras dos filmes de ficção científica dos anos 50, seu criador tinha apenas intenções benevolentes – o olho refletor vermelho apenas traceia visitantes que se aproximam e uma escada que se extende permite aos participantes experimentar a sensação de ser suspenso 30 pes acima do solo.
Temple of Stars, 2004. Foto by eddy13.
Quase um quarto de uma milha de comprimento, a escultura de David Best consistiu de uma estrutura de 100 pes principal e um sistema de caminhos que ligava a templos menores ao longo dos pontos cardeais, isso sem mencionar as pontes, jardins e bancos colocados ao longo da estrutura onde os participantes podiam parar para refletir.
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A primeira foi tirada na estrada que passa por itatiba e morungaba certeza!
Mas vem cá: o festival nao rola sempre nos EUA? Que papo é esse de Ucrania?
De resto, muito louco mesmo!!!!
belas montagens no meio do deserto, a mais doida na minha opinião é a dos bamboos, que trampo meu!!! acho o Burning incrível, um encontro de seres alienígenas em meio território anti-usa!!! quero muito conhecer!!!!!!